Tomografia Computadorizada Cone Beam

Desde a descoberta dos raios X pelo fisico Alemão Wilhelm Conrad Röntgen, em 1895, este exame de extrema importância vem sofrendo modificações nas técnicas, em aparelhos, metodos de revelações. Mas recentemente, a tomografia coputadorizada cone beam introduziu a terceira dimensão na odontologia, beneficiando as especialidades que até então não usufruíam de um exame tão preciso. Hoje, a tomografia Cone Bean permite uma visualização de uma imagem tridimensional, em que um novo plano é adicionado, a profundidade. Sua aplicação clínica permite elevada precisão, e se direciona a quase todas as áreas da odontologia – cirurgia buco-maxilo-facial, periodontia, implantodontia, ortodontia, endodontia, DTM.

A tomografia cone beam proporciona uma menor dose de radiação e uma qualidade maior de imagem do que a tomografia médica, com distinção de estruturas delicadas, como do esmalte, dentina, cavidade pulpar e cortical alveolar. O pioneirismo do aprimoramento desta técnica para odontologia se desenvolveu no Japão por Arai e colaboradores, considerado o pai da tomografia cone beam na odontologia (Universidade de Nihon,1997) As imagens obtidas das múltiplas exposições geram um volume cilíndrico e o computador realiza a reconstrução primária. Depois, para trabalho, executam-se reconstruções secundárias da imagem de acordo com as necessidades e com os protocolos de atendimento. Além dos cortes, pode-se gerar a partir da tomografia cone beam, imagens planas ou tridimensionais da radiografia panorâmica em tamanho real de 1:1, imagem da teleradiografia lateral, frontal, e muitos outros exames com uma nitidez muito maior do que os exames convencionais.

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